segunda-feira, 13 de setembro de 2010

AO PANCETTI

A aurora nasce e rebate a tarde
Que morta
Respira o último ar
Da vida que sigo
Em inverno
de densas névoas...
No outono
Triste
Pareço o vento que sopra
Galhos e folhas...
Pareço longe
Um verão ardente
Não me esqueço
Das noites quentes
de cada sol amando o céu
de cada eu amando seu silêncio
Primavero
Em campos e curvas
como
pingos em chuvas

Abraços, Marco.

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