presos num labirinto de perplexidade escolhemos fingir estar gostando da paisagem pintamos as paredes inclusive gastamos tinta onde deveríamos gastar solidão quantas vezes nos atemos ao que é importante? quantos anos vivemos ansiando por um futuro justo? quando o que temos é um presente enlaçado com o agora e o magoado olhar distanciado poderíamos nos esquecer e apenas tratar de viver apertados? a melhor maneira possível é não ver o vidro do labirinto? é negar o outro lado? poderíamos tentar entender que somos peixes num aquário?
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