...e tudo começou com a morte de meu irmão, Frederico, e depois não parei mais e veio tanta coisa...mais uma morte, da minha mãe, Bertha, e continuei escrevendo e vendo quase tudo desmoronar, com as pedras no meu caminho tentei proteger o jardim de rimas que fiz em cafuné, pela ausência sim, mas não só pela ausência, pela presença de pessoas fundamentais que ontem, hoje, amanhã e sempre estarão ao meu lado, mesmo que eu não as veja, mas sinto a presença e é esse sentimento que me dá coragem de lançar livros, CDs e quem sabe outras surpresas...
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